quarta-feira, 27 de junho de 2012

Fica a dica!

Olá...!
Hoje fuçando no Youuutube vendo as makes maraaas que a Camila Coelho ensina, decidi postar essa super simples e para o diia a dia. Ela deixa tudo tão mais fácil!


segunda-feira, 25 de junho de 2012

História da Maquiagem...



A história da maquilagem (ou maquiagem) começa no antigo Egito, onde os faraós pintavam os olhos para que evitasse que as pessoas olhassem-no diretamente, era um símbolo político de respeito. Mais ou menos na mesma época, Cleópatra já usava pó khol nas pálpebras, assim como tomava banho de leite e usava argila no rosto. Passando para Roma, as mulheres usavam máscaras de farinha, miolo de pão e leite durante a noite sobre o rosto para melhorar a pele.Conta a lenda que Psyché foi buscar no inferno o segredo da pele branca da deusa Vênus, trazendo a cerusa, ou alvaiade, para compor suas fórmulas mágicas. Até a Renascença italiana esse mesmo alvaiade era usado durante o dia pelas lindas mulheres nobres, que à noite cobriam suas faces com emplastros de vitelo crú molhado no leite afim de minimizar os efeitos nocivos causados pelo alvaiade. O Kama Sutra, escrito entre os séculos I e IV, define a mulher ideal como Padmini, aquela que tem "...a pele fina, macia e clara como o lótus amarelo..." No Japão, do século IX ao XII, período de Heian, a valorização da pele branca era regra geral. Para obter a aparência extremamente clara as mulheres aplicavam um pó espesso e argiloso feito de farinha de arroz, chamado oshiroi. Depois passaram também à usar o beni, pasta feita do extrato de açafrão, para colorir as maçãs do rosto.Aproximadamente em 150AC o físico Galeno criou o 1o creme facial do mundo, adicionando água à cera de abelha e óleo de oliva. Mais tarde o óleo de amêndoas substituiu o azeite e a incorporação de bórax contribuiu para a formação da emulsão, minimizando o tempo de processo. Estava aí a primeira base para sustentar os pigmentos de dióxido de titânio e facilitar a aplicação na face; nascia a base cremosa facial.Propaganda enganosa X bruxaria No final do século XVIII, o Parlamento inglês recebeu a proposta de uma lei que tentava impor sobre as mulheres a mesma penalidade por adorno que era imposta por bruxaria. O termo desobrigava de suas responsabilidades os maridos que haviam casado com uma "máscara falsa": "Todas as mulheres que à partir deste ato tirarem vantagem, seduzirem ou atraírem ao matrimônio qualquer súdito de Sua Majestade por meio de perfumes, pinturas, cosméticos, loções, dentes artificiais, cabelo falso, lã de Espanha, espartilhos de ferro, armação para saias, sapatos altos ou anquilhas, ficam sujeitas à penalidade da lei que agora entra em vigor contra a bruxaria e contravenções semelhantes e que o casamento, se condenadas, seja anulado..." É hilária a carta publicada no jornal britânico The Spectator, no ano 1711, onde um marido aflito desabafa... "Senhor, estou pensando em largar minha mulher e acredito que quando o senhor considerar o meu caso, a sua opinião será a de que minhas pretensões ao divórcio são justas.Nunca um homem foi tão apaixonado como eu pela sua fronte, pescoço e braços alvos, assim como a cor azeviche de seus cabelos. Mas para meu espanto descobri que era tudo feito de arte: sua pele é tão opaca com esta prática, que quando acordou de manhã, mal parecia jovem o suficiente para ser mãe de quem levei para a cama na noite anterior. Tomarei a liberdade de deixá-la na primeira oportunidade, à menos que seu pai torne sua fortuna apropriada às suas verdadeiras , e não supostas, feições..." O rei Henrique VII mandava os pintores retratarem suas pretendentes matrimoniais, pedindo também às pessoas que cercavam a rapariga que respondessem um extenso questionário sobre a futura esposa.As instruções previam saber como era o rosto, se estava pintada e se havia algo "perto dos lábios", referindo-se ao uso de batons e brilhos. Elizabeth I, a rainha virgem, que assim ficou famosa por ter morrido sem se casar, usou até o final de seus dias as faces cobertas de branco, as maçãs pintadas com círculos vermelhos bem definidos e a cabeça coberta por uma peruca de cabelo ruivo e dourado.E a Vaidade Vence...Com a Segunda Guerra Mundial, as fábricas de cosméticos dão uma estacionada, pois toda a energia se concentrava para produção de armas, voltando-se então no século XVIII em que as mulheres mesmo preparavam seus produtos. Com o fim da guerra nos anos 50, a maquiagem volta com tudo, com o estilo fake – pele pálida, lábios realçados e olhar delineado. Os anos 60 é o auge, já que atinge por completo os jovens, fazendo com que a indústria se aprimorasse mais nas embalagens e estojos. Os anos 70, marcados pelo Disco, trazem a variedade de cores. Em 80, os pigmentos evoluíram, assim como o conceito de protetor solar e preocupação com o envelhecimento da pele. O primeiro estilista surgiu no século XIX, quando um verdadeiro artista traz uma nova fonte de prestígio à moda; Charles Frederick Worth abriu sua loja em Paris em 1858, para vender modelos de casacos e sedas de primeira classe. A imperatriz Eugénie, esposa de Napoleão III era sua mais famosa cliente. Em 1885 é fundada a Chambre Syndicale de la Couture Parisienne, regulamentando a arte da alta costura. Paul Poiret, Madeleine Vionnet, Coco Chanel, Christian Dior, Cristóbal Balenciaga, Hubert Givenchy são alguns dos nomes que mudaram a história da moda no mundo, causando a necessidade de uma mudança de patamar na indústria de produtos para maquilagem.Durante os 100 anos seguintes Paris firmou-se como autoridade em moda, trazendo para o mundo da maquilagem um novo alento. Podemos dizer que a popularização da moda aconteceu em 1892, com o lançamento da revista Vogue, tendo em seus primeiros números personalidades como Gertrude Vanderbilt Whitney, vestindo suas próprias roupas. Quando Condé Nasta comprou a revista, em 1909, a publicação passa à ter um enfoque mais atraente, mostrando objetos do desejo para todas as mulheres.É somente no século XX, com os avanços da indústria química fina, que os cosméticos se tornam produtos de uso geral. Em 1921, Paris é palco de uma verdadeira revolução na história do batom; é primeira vez que um produto desta categoria é embalado num tubo e vendido em cartucho. O sucesso é tal que em 1930 os estojos de batom dominam o mercado americano, trazendo uma nova fase para o desenvolvimento destas formulações. A morena Marilyn Monroe usava maquilagem clara e pintava lábios vermelhos intensos, atraindo e intensificando sua feminilidade.O maquilador americano Kevyn Aucoin conta que em 1967, ainda criança, quando confundiu a maquilagem branca -rosada intensa de uma vendedora de cosméticos com a aparência deixada pela aplicação de loção de calamina. Esta mistura de óxido de ferro vermelho e óxido de zinco era muito usada, na época, para aliviar o desconforto causado por picadas de insetos. A ingenuidade de Kevyn levou-o à comentar com a moça o quanto ele estava penalizado por sua dor! Como resposta deparou-se com um silêncio sepulcral, que só foi entendido pelo menino quando sua mãe, já a caminho de casa explicou que se tratava de maquilagem e não remédio... Na década de 70 as cores de maquilagem tornaram-se populares, acompanhando as coleções de alta-costura francesa, italiana e inglesa.Cada vez que um grande costureiro lançava uma nova coleção de cores e formas para as roupas, lá vinha um tom de sombra específico para os olhos, uma nova cor de boca. Dior, Chanel, Yves Saint Laurent e todos os grandes fabricantes ousavam e enchiam os olhos das mulheres de todo o mundo com suas criações cada vez mais tentadoras. E é no final da década de 80 que entram em lançamento as fórmulas evoluídas para cosméticos pigmentados. Às beiras do novo milênio finalmente entram em cena fórmulas baseadas em tecnologia de vanguarda, cujo uso garante propriedades bem interessantes para nossa beleza, como proteção solar, umectação e controle do envelhecimento da pele.Nos anos 90 a era do benefício visível ganha importância vital. A haute couture toma rumos inteligentes nesta nova era. Estilistas ingleses de vanguarda como John Galliano e Alexander McQueen vêm dar uma ventilada nas conservadoras Dior e Givenchy, alterando mais uma vez a história da moda & make-up. Hoje podemos nos beneficiar do produto que colore e trata a pele, limpa, perfuma e protege os cabelos, como nunca antes na história da humanidade. Yohji Yamamoto, Rei Kawakubo, Helmut Lang e Ann Demeulemeester apontam para uma nova era, a era da Beleza Inteligente, onde cada ser possa encontrar seu equilíbrio na roupa, no cheiro e na cor.
De 2000 aos tempos atuais Fragmentos de todas as décadas passadas se misturam e contam um pouco da história da beleza feminina através dos tempos. Com a chegada do novo milênio, os diversos aspectos adotados pela beleza nos serviram de espelho. A aparência, em manifestações diversas e imagens extremas, refletiu os processos de transformação. Os dois últimos anos misturam todos os possíveis estilos de moda e maquiagem. Trazem a classe e a elegância do início do século, a delicadeza sexy dos anos 60, a irreverência dos anos 80 e a "apatia" em tom de protesto dos anos 90.

domingo, 24 de junho de 2012

É pessOal??

Por esses dias eu estava muito brava com a anjinha aqui de casa e decidi pesquisar sobre as birras feitas apenas comigo... Pq só quando eu chego os choros começam, pq só comigo ela bagunça e tira as coisas do lugar?
 No meio da pesquisa encontrei algo interessante e decidi postar para alertar a galera...
Lá vaiii a reportagem com a foto da última arte da Cacau com o carimbo!
Fonte: Revista Pais e Filhos

Você já deve ter visto esta cena na sua casa: seu filho faz birra para comer, tomar banho, guardar os brinquedos, mas, quando você não está presente, se comporta e faz todas as tarefas sem dor de cabeça para qualquer outra pessoa que cuide dele.

Sabemos que você ama seu filho e que tem prazer em cuidar dele, e também sabemos que, muitas vezes, é difícil entender por que isso ocorre, mas a explicação é muito simples: esta é uma fase típica das crianças entre 2 e 3 anos, principalmente com o membro da família com quem o pequeno passa mais tempo.

O primeiro cuidador da criança é, geralmente, a pessoa com quem ela se sente mais confortável para expressar seus sentimentos mais fortes. Então não pense que o pequeno não gosta de ficar com você, muito pelo contrário. Se ele age desta maneira na sua presença, é porque ele se sente confortável ao seu lado e sabe que é amado, independente de qualquer coisa.

Esta mudança de comportamento também se deve ao rápido desenvolvimento do cérebro, principalmente na área da memória. Além disso, os pequenos estão começando a aprender como se relacionar com outras pessoas e a testar seus limites. Então, se você passa mais tempo com o pequeno, é natural que ele realize estes “testes” com você.

Mantenha a autoridade sem lágrimas

Não é porque você sabe que esta é uma fase que você deve se deixar levar pelos pedidos e exigências da criança. Quando o pequeno insistir em algo ou questionar seus pedidos, estabeleça limites e reforce-os sempre que necessário.

Por exemplo: a hora de dormir está chegando e você terá que tirar o seu filho de perto dos blocos de brincar. Nesta situação, diga para o pequeno o que ele deverá fazer e descreva os próximos passos, como “você pode construir mais duas torres e depois vamos colocar o pijama”. Assim que a criança acabar de construir as estruturas, avise que a brincadeira acabou e leve-o para a cama, sem deixar que ele brinque “só mais um pouquinho”.

Outra maneira de fazer com que estes momentos sejam mais tranquilos é dar opções para a criança. Na hora de sair do parque, por exemplo, pergunte se ele quer vestir o casaco ou colocar os sapatos, guardar os brinquedos ou arrumar a mochila. Sempre dê duas opções para o pequeno, avise que a hora de ir embora está próxima e também se arrume.

Claro que terão momentos em que a criança não irá cooperar, e será você quem terá que manter a calma. Tente manter um tom de voz amigável e procure maneiras de explicar o seu pedido. Peça ajuda para o seu filho na hora de guardar os objetos e demonstre que você precisa dele também.

Naqueles dias que nada disso resolver, se dê um presente (pode ser um tempo de leitura ou assistir a um filme) para ficar tranquila. Você também pode pedir ajuda para o pai, mãe, avós e tios nestas horas.

quinta-feira, 21 de junho de 2012

FazendO limpeza de pele em casa!

A limpeza de pele, principalmente do rosto, beneficia tanto mulheres como os homens em vários aspectos. Seja para evitar o excesso de oleosidade, surgimento de cravos ou pêlos encravados. Para isso, vale a pena adotar alguns cuidados básicos que evitam esses problemas e deixam a pele mais viscosa, macia e hidratada.
As esteticistas recomendam que a limpeza do rosto siga instruções básicas nos cuidados diários, como lavar com um sabonete e higienizar com um tônico. Há várias marcas, porém é importante escolher a mais apropriada para sua pele.
Já a esfoliação, renova as células, evita pêlos encravados e previne contra cravos e espinhas.
* Confira dicas básicas para fazer limpeza de pele em casa e com rapidez:
Esfoliante de açúcar
Para fazer o esfoliante misture uma colher de sopa de açúcar cristal com uma de mel. Em seguida passe no rosto com movimentos circulares leves e retire com em abundância.

Esse esfoliante de açúcar e mel é ideal para peles com muitos cravos, mas não é recomendável para as sensíveis, pois pode ocasionar vermelhidão.

Esfoliante de aveia
Misture duas colheres de sopa de aveia em flocos com duas de mel. Passe em todo o rosto e faça movimentos circulares. Em seguida, retire o esfoliante com água.

O esfoliante de aveia é mais suave e, por isso é indicado para peles mais sensíveis. Além disso, a aveia promove a nutrição da pele.

Depois da esfoliação ou dos cuidados diários, recomenda-se o uso de um hidratante com filtro solar. Como a pele dos homens é mais oleosa, o ideal é optar por hidratantes em gel.

Recomendações
- Faça a esfoliação uma vez por semana com movimentos circulares leves.
- Lave o rosto com sabonete, passe um tônico e use hidratante com filtro solar diariamente. Isso evita o ressecamento da pele e facilita o barbear.



Fonte: * Portal UOL

quarta-feira, 20 de junho de 2012

A tendência já passou por diferentes texturas ao longo das décadas... Batom VermelhO, ADORO*

Um clássico da maquiagem, o batom vermelho fica bem em todas as mulheres. Através das décadas vem marcando presença, ajudando a contar histórias e transformando quem o usa em alguém especial.

No início do século XX, conquistou atrizes e meretrizes. Mas só durante a Primeira Guerra Mundial as donas de casa deixaram o preconceito de lado e aderiram à moda.
No início do cinema colorido e, no final dos anos 30, estrelas de Hollywood - como Marlene Dietrich, Rita Hayworth e Mae West - conseguiram tirar a fama de vulgar do vermelho e imortalizaram a cor como ícone de beleza e sensualidade. Os lábios das grandes estrelas, invariavelmente, se coloriam nesse tom, ficando aveludados e sensuais. Objeto de desejo, o batom vermelho se tornou responsável pela fama de muitas outras grandes estrelas, como Ava Gardner, Marilyn Monroe e Elizabeth Taylor, nos anos 50.

O império do vermelho teve uma pausa nos anos 60 com a tendência dos lábios mais claros, mas voltou com tudo na década de 70. E voltou para ficar!  Nos anos 80, ganhou outras leituras: ficou mais intelectual, com um clima de artes plásticas; na publicidade do perfume Paloma Picasso, ficou totalmente glam; e se tornou presente em qualquer imagem da era disco com efeito brilhante. E assumiu uma faceta andrógina nas imagens do trabalho do fotógrafo Helmut Newton, com mulheres vestidas em peças masculinas e femininas.

Agora, em 2012, todas as texturas são possíveis. O batom vermelho aparece tecnológico e impera neste outono-inverno, atravessando a estação em direção ao verão. Usar o batom vermelho com olhos esfumados, limpos e apenas com máscara para cílios; ou com delineadores coloridos, com acabamento de brilho - ou não -, o importante é incorporar o vermelho à sua vida e beleza. Quem sabe você não desperta a diva que está dentr   o de você!

Quem são essas novas mulheres??

"Um híbrido novo circula pelas grandes cidades do Brasil e do mundo. É uma mistura entre dois tipos conhecidos, mas até há pouco tempo inconciliáveis. Essa nova espécie é encontrada apenas entre as mulheres e vem sendo observada com admiração, respeito, esperança - e, em alguns casos, com certo receio. Trata-se de uma combinação entre a figura da feminista clássica, aquela surgida nos anos 60, que, para conquistar espaço e independência, teve de ser durona, agressiva e por vezes masculina, e a "mulherzinha" dos anos 90, personificada pela personagem Bridget Jones, que queria arrumarum companheiro bacana, manter o corpo em forma, ir à manicure uma vez por semana e comprar muitos pares de sapato sem medo de ser tachada de perua.
Essa nova espécie é a mulher alfa, uma feminista feminina, criatura nascida para ser líder, dona de uma segurança e uma auto-suficiência sem precedentes, competente na vida acadêmica e no universo profissional. Um tipo de mulher que nasce pronta para enfrentar tudo, capaz de admitir que precisa, e gosta, dos homens - mas capaz, também, de viver sem eles. Uma mulher vaidosa, que gosta de cuidar de si e de ser admirada pela beleza, sem risco de cair no estereótipo da futilidade. A mulher alfa tem potencial para mudar a estrutura do casamento, da família e do mercado de trabalho. E já há quem sustente que ela vai dominar o futuro.  

VamOs falar de Vira lataas!


Fala-se muito nos cães de raça pura esquecendo-se dos cães sem raça como se estes não fossem tão bons ou tão bonitos, o que absolutamente não é verdade. Durante o processo de evolução do cão a partir do ancestrais do cão doméstico, os primeiros exemplares “cães” que surgiram, seriam animais parecidos com os nossos vira-latas atuais. A partir deles é que foram selecionadas as primeiras variedades que depois viraram as raças caninas. Assim podemos dizer que todo cão de raça é um vira-lata especialista e que todo vira-lata é cão generalista.


Para entender o que é um “viralta” ou SRD (cão Sem Raça Definida), é preciso primeiramente entender o que é uma raça canina. Atualmente as raças são definidas por padrões que dizem como elas devem ser fisica e psicologicamente. Mas antes disso as ‘raças’ eram apenas tipos característicos de determinadas regiões e que eram empregados para determinadas funções. Cães nativos de regiões desérticas utiliados para a caça sobre a areia acabaram se adaptando a ter pernas longas e visão apurada para localizar a presa em espaços abertos, para só depois serem considerados uma raça.


A medida que os homens foram vendo as aptidões de cada cachorro, pastoreio, caça, combate etc…, foram cruzando seus cães de maneira a não perder essas características. Ou seja, um fazendeiro com um cão pastor muito bom e um farejador também muito bom, tentaria cruzar seus cães com outros bons pastores e outros bons farejadores, talvez pertencentes até mesmo a outro fazendeiro caso ele nao tivesse outros bons exemlares, mas não iria querer que eles cruzassem entre si para não correr o risco de ter um cão que não fosse nem bom pastor, nem bom farejador. Dessa maneira as raças caninas surgiram primeiro selecionadas pelas suas funções e só depois ganharam uma aparência padronizada. Toda raça, originalmente era composta simplesmente por cães nativos de uma região. Com exceção talvez das raças mais modernas que foram criadas a partir de raças pré existentes.


Atualmente os vira-latas atuais são como estes cães nativos só que se reproduzem sem controle humano. Em geral, são bons caçadores, bons guardas e bons farejadores mas dificilmente serão excepcionais em alguma dessas funções ao contrário de um cão de raça tipicamente farejadora, que será um rastreador excepcional mas dificilmente será um bom guarda. Os tipos de viralatas são diferentes dependendo das partes do mundo onde são encontrados, uma vez que respondem ao ambiente onde vivem. E costumam manter uma certa homogeneidade dentro de uma mesma região com algumas variações, sobretudo, devido à mistura com cães de raça.
Caso alguém queria passar a controlar a reprodução dos cães viralatas brasileiros, para que o tipo original não se perca devido a misturas com cães de raça, estaria criando uma nova raça.


Aqui nós vamos diferenciar o cão de raça mestiça do SRD (sem raça definida) ou vira-lata, embora alguns os tratem da mesma maneira eles apresesetam algumas diferenças fundamentais. O cão mestiço é aquele que é resultante de um cruzamento entre dois cães de raças pura mas diferentes, enquanto que o cão vira-lata típico é filhote de outros cães vira-latas. O cruzamento que origina cães mestiços ocorre, normalmente devido a algum acidente, enquanto que os acasalamentos dos cães viraltas ocorrem de acordo com a hierarquia social dos cães que habitam um determinado local, um bairro por exemplo.


O verdadeiro cão vira-lata possui um genoma bastante heterogêneo e portanto possui uma menor disposição para a maioria das doenças genéticas que afetam muitos cães de raça pura. Muitos pensam, por isso, que os cães vira latas são mais resistentes a doenças em geral. Isto é apenas parcialmente verdade. Cães sem raça precisam ser vacinados, vermifugados e protegidos de doenças como qualquer outro cachorro. Precisam de uma alimentação adequada e de exercícios. Algumas pessoas acham que cães de raça têm “frescura” e que os cuidados são desnecessários. Isso é um absurdo.


Cães de rua são realmente mais resistentes que cães criados em casas, mas isso não depende do fato de terem ou não raça. Cães nascidos na rua não recebem cuidados, nem vacinas e nem têm quem cuide de seus ferimentos. Mesmo que sejam de raça pura qualquer cachorro submetido a estas condições só sobrevive se for realmente forte. Seguindo a lei da seleção natural de Darwin, em algumas gerações os cães de rua serão realemte mais resistentes que os cães criados em casa porque se não o fossem morreriam. Criados em casa, precisam dos mesmos cuidados que qualquer animal doméstico.


Os cães de rua são um problema em diversas cidades do mundo. Nas ruas os cães estão sujeitos a doenças, maltratos, atropelamentos, frio, fome e parasitas, além disso no mundo todo cães de rua produzem toneladas de fezes dentro das cidades, mordem pessoas e podem disseminar doenças como leishmaniose ou raiva para pessoas e para outros animais. A principal preocupação das autoridades é com o controle da raiva. Cães sem dono não são vacinados e podem iniciar focos da doença dentro de áreas urbanas. Em algumas regiões do leste europeu existem gruposde cães sem dono vivendo como cães selvagens dentro de cidades, eles moram em construções abondonadas e existem casos de ataques fatais a pessoas.


A melhor medida para controlar o número de animais vivendo nas ruas é a castração dos mesmos. A adoção de cães abandonados é outra maneira de ajudar um cão vira-lata ainda é uma excelente opção para quem quer um cãozinho bastante versátil.


 

Volteiii

Depois de ficar mais de 1 anO lOnge de vC!!
Volteiii seu Blog lindO!!!